Olá, Eu sou Adão Alves acadêmico de Arquitetura e Urbanismo - UFT, uso o blog para ajudar de alguma forma os interessados em Arquitetura e outros assuntos relacionados, espero está conseguindo! Para que seja mais util conto com suas dicas, sugestões e críticas. Arq e Urb Palmas - Sempre buscando o melhor!. Obrigado aos visitantes e parceiros

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As formas arredondadas da blobitecture, um movimento artístico que procura tornar as construções mais orgânicas, podem parecer maleáveis, mas a verdade é que as estranhas superfícies que definem o moderno estilo de Lady Zaha, da Future Systems e de Frank Gehry não são tão flexíveis assim. Entretanto, o “Edifício Bolha”, em Xangai, é diferente: trata-se de uma ambiciosa estrutura cujas janelas são cobertas por bolsas de nylon que enchem e esvaziam dependendo da atividade que acontece no interior do edifício.

O Estúdio de Design Interdisciplinar 3Gatti se orgulha de adicionar um toque artístico aos seus projetos, oferecendo fachadas lúdicas que vão desde pavilhões feitos de guarda-chuvas até torres de telecomunicação cobertas de grama. O Edifício Bolha é um dos projetos mais originais do 3Gatti – na verdade, ele parece o resultado de um estranho cruzamento entre o Boneco da Michelin, Stay Puft, o homem de marshmallow d’Os Caça-Fantasmas, um forte de travesseiros e um prédio de escritórios.


Colocar plantas entre os painéis de vidro e os esvoaçantes tecidos antibacterianos cria o que os designers descreveram ao ArchDaily como um “efeito de micro-estufa”, que isola o interior e mantém uma temperatura confortável durante o ano inteiro. E como se uma fachada dessas não fosse curiosa o suficiente, há sensores que podem controlar a ventilação com base em quantas pessoas estão em cada cômodo – o que significa que a bolha de ar de uma sala é esvaziada quando não houver ninguém naquele espaço.


A empresa descreve o projeto como uma escultura em grande escala e os materiais são usados de forma muito criativa, mas dá pra ver um ponto fraco… ou melhor, não dá pra ver: o prédio não tem janelas! Deve ser muito estranho entrar num edifício coberto por lençóis brancos que impedem que você veja a cidade e não permitem a entrada de luz natural. Mesmo que toda a ciência por trás do projeto seja fascinante, vale a pena trocar a vista da rua por um sistema de climatização altamente eficiente?

Parece uma troca difícil de fazer. No final das contas, em termos de custo e benefício, é provável que os entusiastas da preservação ambiental prefiram adaptar as construções para os padrões dos edifícios sustentáveis. No entanto, há outros usos para o Edifício Bolha ou locais nos quais ele poderia ser realmente útil, não? [ArchDaily]




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Quando o arquiteto espanhol Antoni Gaudí foi tragicamente morto por um trem em 1926, ele estava no meio da construção da sua obra-prima – a basílica de Barcelona, Sagrada Família. Oitenta e seis anos depois, a igreja ainda não foi finalizada. Mas, segundo Jordi Faulí, o arquiteto atual do magnífico castelo de areia, ela estará pronta em 2026. E é assim que ela ficará.

A construção da Sagrada Família começou em 1882, e desde a morte de Gaudí, nove arquitetos foram colocados no projeto sem fim. Um dos obstáculos controversos para a sua conclusão foi o incêndio na cripta da Sagrada Família em 1936, que destruiu os planos, esboços e modelos que Gaudí tinha preparado, forçando os designers a interpretarem o que eles achavam que o genial Gaudí havia pensado para a basílica.

O vídeo mostra como ficará o trabalho, que está sendo financiado através de doações públicas, incluindo a enorme torre de 170 metros de altura no centro da basílica. Mas muita coisa pode acontecer nos próximos 13 anos – por isso, só vamos acreditar que ela ficará pronta quando realmente estiver pronta.


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O festival anual de arquitetura mundial não é apenas uma premiação: visitantes podem conferir diversas palestras, visitar galerias e instalações, conversar com outras pessoas da área, e estudantes podem se aproximar de grandes nomes do segmento.

Mas para nós, pobres mortais que não conseguimos ir ao Marina Bay Sands Resort em Singapura para o evento de três dias deste ano, ainda é possível ter uma ideia do que acontece por lá, já que os vencedores acabaram de ser anunciados. Entre as três maiores categorias – Prédios Completos, Projetos de Paisagem e Projetos Futuros – há muita coisa para apreciar, e os participantes são de diversos estilos diferentes.
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Construção mundial do ano e cultural: Galeria de Arte de Auckland, na Nova Zelândia, por Francis-Jones Morehen Thorp, fjmt + Archimedia


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Projetos futuros de casas: Casa de Meditação, Líbano, por MZ Architects



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Projeto futuro do ano, Competição de projetos futuros e Projetos futuros culturais: Museu Nacional Marítimo da China, por Cox Rayner Architects



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Display: Aquário da Dinamarca – O Planeta Azul por 3XN



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Shopping: Emporia, na Suécia, por Wingårdh Arkitektkontor



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Religião: Mesquita Sancaklar, Turquia, por EAA-Emre Alorat Architects



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Produção/energia/reciclagem: um prédio simples em Singapura por Pencil Office



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Cívico e comunitário: Centro de Oportunidade da Mulher em Ruanda, por Sharon Davis Design


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Famoso arquiteto Luis de Garrido é o responsável pela nova residência do craque argentino na Espanha, que seria repleta de referências ao futebol.

Muito luxo, espaço e referências ao futebol. Assim seria a nova mansão de Lionel Messi em Barcelona. O portal argentino "Ciudad" informou que o craque pretende se fixar definitivamente - ou seja, após o fim de sua carreira - na cidade catalã e, por isso, quer uma moradia bem espaçosa e confortável. A nova residência teria aspectos de um estádio de futebol em um ambiente silencioso e já foi apelidada de “casa do futebol”.




Ainda de acordo com o portal, quem está como responsável pelo projeto da casa é o renomado arquiteto espanhol Luis de Garrido, que já esteve à frente de mansões de várias celebridades, como a modelo Naomi Campbell.
- Conhecemos o representante de Lionel e, depois de uma conversa, ele nos levou a entender como seria uma casa ideal para ele. Creio que ele me escolheu porque minha arquitetura é muito simbólica. Ele ficou entusiasmado porque a casa se identifica com sua personalidade – ressaltou Garrido em entrevista a um canal de TV da Argentina.
Messi, sua companheira Antonella Roccuzzo e o filho do casal, Thiago, moram atualmente em um luxuoso apartamento em Pedralbes. O portal argentino lembra que o craque se mudou há pouco mais de um ano para a residência com o intuito de ter mais conforto para a criação do herdeiro, que nasceu em novembro do ano passado.






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Vamos à questão prática: se você resolver construir um prédio, qual a primeira coisa que vai pensar? Certamente, muita gente vai responder “os elevadores, é claro”. Só que não foi assim que os engenheiros e arquitetos do InTempo, na Espanha, pensaram.

Acontece que projetaram o prédio residencial para ter 20 andares, mas, no meio da construção, decidiram que as torres deveriam ter 47 andares.

No entanto, só depois de algum tempo foram perceber que os elevadores só poderiam atender os 20 primeiros andares. Não há espaço para um elevador mais espaçoso. Com isso, a solução para quem for morar do 21º ao 47º andar é subir pelas escadas.

Como reflexo da lambança, apenas poucos apartamentos foram vendidos. Ah, e os arquitetos pediram demissão.





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Em 1951 o arquiteto Oscar Niemeyer projetou sua nova residência em São Conrado, no Rio de Janeiro. E apresentou o projeto, conhecido como “Casa das Canoas”, assim:

MINHA PREOCUPAÇÃO FOI PROJETAR ESSA RESIDÊNCIA COM INTEIRA LIBERDADE, ADAPTANDO-A AOS DESNÍVEIS DO TERRENO, SEM O MODIFICAR, FAZENDO-A EM CURVAS, DE FORMA A PERMITIR QUE A VEGETAÇÃO NELAS PENETRASSE, SEM A SEPARAÇÃO OSTENSIVA DA LINHA RETA.


Dois anos depois, o fundador da Bauhaus Walter Gropius – que havia recentemente abandonado seu cargo como Diretor da Escola de Arquitetura de Harvard – veio ao Brasil para ser jurado do Prêmio de Arquitetura da 2ª Bienal de São Paulo. E como era de se imaginar, os dois genios se encontraram e Niemeyer o convidou para uma visita na Casa das Canoas.

Gropius, precursor do funcionalismo e radicalmente contra o pensamento singular e individualista na arquitetura e no design, conheceu a tal casa, e comentou:

Niemeyer ficou puto. E nitidamente ergueu essa discussão como uma bandeira. E disse ao Correio Braziliense:


E O CHEFE DO NEGÓCIO, O WALTER GROPIUS, ERA UM BABACA COMPLETO.

“A Bauhaus, que é a turma mais imbecil que apareceu, chamava a arquitetura de a casa habitat. Não interessava a forma, desde que o quarto estivesse perto do banheiro, a cozinha perto da sala e funcionasse bem. Foi um período de burrice que conseguimos vencer. A escola que eles construíram nunca ninguém pensou nela, porque não tem interesse nenhum, ninguém nunca ouviu falar. E o chefe do negócio, o Walter Gropius, era um babaca completo. Ele foi na minha casa nas Canoas, subiu comigo e disse a maior besteira que já ouvi: “Sua casa é muito bonita, mas não é multiplicável”. Pensei: que filho da puta! Para ser multiplicável teria que ser em terreno plano, teria que procurar um terreno igual e meu objetivo não era uma casa multiplicável, era uma casa boa para eu morar. Eles eram assim, sem brilho nenhum. E o trabalho que ele deixou é um monte de casas que se repetem. Foi um momento que ameaçou a arquitetura, mas Le Corbusier e os outros reagiram. Foi um momento em que a burrice queria entrar na arquitetura, mas foi reprimida.”


É claro que nenhum deles estava certo – ou errado. Tanto Gropius quanto Niemeyer são nomes cravados na história da arquitetura, com pensamentos e características únicas. E mesmo Niemeyer, que criticou com mão de ferro a Bauhaus, com certeza a usou como inspiração para desenvolver os Ministérios de Brasília, assim como toda a gama de prédios residenciais e comerciais na nova capital do país: projetos multiplicáveis, funcionais e pensados para o “todo”, e não no indivíduo.


E quanto a nós, mortais, resta continuar pesquisando, estudando e (com sorte) um dia começar a entender tudo o que esses caras deixaram para nós. :)

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A curta animação produzida pela Fedelpeye ilustra, de A a Z, os maiores arquitetos do mundo moderno e sua obra mais marcante. O único arquiteto brasileiro na animação é Niemeyer. O vídeo mostra o Congresso Nacional como destaque máximo do arquiteto. A animação ainda destaca outra construção realizada no Brasil, o Instituto Iberê Camargo, arquitetado pelo português Siza. Assista acima.



A lista completa você confere aqui:

A: AAlto, Alvar – Säynätsalo Town Hall (Finlândia)
B: Barragán, Luis – Satellite Towers (México)
C: Calatrava, Santiago – Satolas Airport (França)
D: Domènech i Montaner, Luís – Antoni Tàpies Foundation (Espanha)
E: Eduardo Souto de Moura – Casa de Histórias Paula Rego (Portugal)
F: Foster, Norman – London City Hall (Inglaterra)
G: Gehry, Frank – Guggenheim Bilbao (Espanha)
H: Herzog & De Meuron – Beijing National Stadium (China)
I: Isozaki, Arata – Palau Sant Jordi (Espanha)
J: Johnson, Philip – The Glass House (EUA)
K: Kahn, Louis – National Parliament (Bangladesh)
L: Le Corbusier – Villa Savoye (França)
M: Mies van der Rohe, Ludwig – Barcelona Pavilion (Espanha)
N: Niemeyer, Oscar – Congresso Nacional (Brasil)
O: Olbrich, Joseph Maria – Secession Building (Áustria)
P: Pelli, César – Petronas Twin Tower (Malásia)
Q: Quarenghi, Giacomo – The Smolny Institute (Rússia)
R: Renzo Piano + Richard Rogers – Pompidou Centre (França)
S: Siza, Álvaro – Fundação Iberê Camargo (Brasil)
T: Tange, Kenzo – Tokyo Olympic Stadium (Japão)
U: Utzon, Jørn – Sydney Opera House (Austrália)
V: Van Alen, William – Chrysler Building (EUA)
W: Wright, Frank Lloyd – Guggenheim (EUA)
X: Xenakis, Iannis – Philips Pavilion (Bélgica)
Y: Yamasaki, Minoru – World Trade Center (EUA)
Z: Zaha Hadid – The Pierres Vives Building – França

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Sistema construtivo utiliza esferas plásticas confinadas entre armaduras para execução de lajes mais leves. Tecnologia está sendo adotada pelo consórcio Odebrecht Infraestrutura e Via Engenharia no Centro Administrativo do Distrito Federal, em Brasília.

Em construção em Brasília, o novo Centro Administrativo do Distrito Federal está apostando em uma tecnologia bastante utilizada na Europa. Para reduzir o peso próprio das lajes planas, o consórcio formado por Odebrecht e Via Engenharia adotou o sistema patenteado BubbleDeck. As pré-lajes são içadas em paineis de armaduras com esferas plásticas confinadas. Os vazios formados pelas esferas reduzem em até 35% o peso próprio em relação a uma laje comum.


O sistema utilizado em obras em mais de trinta países, entre eles Grã-Bretanha, Holanda e Dinamarca fez algumas incursões no Brasil em meados da década de 2000, mas só agora volta em uma grande obra.

As esferas plásticas são produzidas com polipropileno e são inseridas entre duas telas de aço. A execução de uma laje é feita basicamente em quatro etapas. Após a fabricação dos painéis na fábrica, se inicia a execução do escoramento e a colocação da malha inferior do módulo. Depois da colocação das esferas, a malha superior é soldada e o módulo é concretado in loco.

O uso das esferas dispensa a necessidade de vigas e reduz o número pilares, permitindo vãos maiores. O sistema também proporciona, de acordo com o fabricante, maior isolamento acústico e térmico e, em caso de incêndio, as esferas carbonizam sem emitir gases tóxicos.

A obra dos 16 prédios do Centro Administrativo do Distrito Federal (CADF) possuem o cronograma de produção de 1.000 m² de painéis BubbleDeck por dia, o que, segundo os engenheiros responsáveis, representará uma redução do consumo de concreto e do uso de escoramento em relação ao projeto original.





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Futurismo (1909-1914) + O Quinto Elemento (1997)


Os densos arranha-céus e o ágil (e até perigoso) sistema de transporte de O Quinto Elemento ecoam as aspirações urbanísticas dos Futuristas.

Embora os prédios de O Quinto Elemento pareçam ter um estilo eclético único, não há dúvida de que a Nova York do século XXIII é o sonho de qualquer Futurista transformado em realidade. O filme é situado em um futuro distante e conta a clássica história do bem contra o mal com doses generosas de comédia, romance e esquisitices sci-fi. A cena de abertura do filme (após um breve flashback a 1914) acontece em Nova York, uma cidade que cresceu e chegou a proporções titânicas. Carros voadores rasgam o céu, se espremendo no meio dos arranha-céus. Várias passarelas conectam essas estruturas imensas, dando a sensação de que a cidade esbanja movimento por dentro e por fora.


O arquiteto Antonio Sant’Elia (1888 – 1916) também previu torres e formas interconectadas que uma sociedade Futurista habitaria.

A Nova York de O Quinto Elemento é a imagem perfeita de como os Futuristas queriam que fosse o futuro. Como a Art Nouveau demonstrou, a virada do século foi uma época de experimentação para a arquitetura. Os Futuristas (inicialmente todos italianos) eram obcecados por fábricas, barulho, velocidade, violência e perigo. Essas ideias incorporam todos os aspectos mais empolgantes da nova era de máquinas que eles começavam a experimentar. A eletricidade, o motor de combustão interna e outros avanços convenceram os italianos de que o futuro seria acelerado, industrializado e arrojado.

Arquitetura Fascista (aprox. 1922-1942) + Equilibrium (2002)


Equilibrium foi originalmente filmado em Berlim para fazer uso da antiga arquitetura Fascista.

A arquitetura Fascista não é fácil para os olhos e seu efeito em Equilibrium não é exceção. O filme mostra Christian Bale como um capanga de elite em um estado Orwelliano que baniu as emoções e que demanda total obediência dos seus cidadãos. Seu personagem luta em uma cidade com ares de fortaleza construída nas ruínas de uma metrópoles devastada pela guerra. O filme foi rodado em Berlim para fazer uso dos seus prédios decrépitos da Alemanha Oriental, bem como do que sobrou da arquitetura Fascista do regime Nazista dos anos 1930 e 1940. Esta arquitetura é construída em escala desumana, com poucos ornamentos, e projetada com simetria e regularidade opressivas.


O Palazzo della Civiltà Italiana foi finalizado em 1943 embora tenha sido planejado para uma exibição mundial de 1942 em Roma.

É difícil deixar passar a mensagem das formas austeras endossadas pelos líderes Fascistas: o estado é a força dominante em todas as faces da vida pública e privada. A arquitetura Fascista foi mais proeminente na Itália e na Alemanha, com Benito Mussolini sendo o primeiro a chegar ao poder em 1922. A arquitetura Fascista na Itália nasceu da complexa reconciliação entre a arquitetura do racionalismo moderno (pense: materiais modernos como aço, vidro etc) com a arquitetura clássica grega e romana. O estilo resultante manifesta-se em prédios como o Palazzo (acima), que ecoa o Coliseu mas com simetria retilínea e superfícies nuas. A Alemanha Nazista também adotou um classicismo cruel que tinha por objetivo demonstrar a força e a estabilidade do partido Nazista. Os dois países, especialmente a Alemanha, instauraram a arquitetura Fascista em uma escala imponente, capaz de abrigar gigantescos comícios políticos.

Modernismo (começo do século XX – hoje) + Playtime — Tempo de Diversão


Playtime pega um ângulo bem humorado de um mundo de design, arquitetura e outros detalhes modernistas.

Sempre teve vontade de estar em um mundo de pura vida modernista? Então Playtime, de Jacques Tati, talvez seja o que você precisa. O filme praticamente não tem diálogos, confiando, em vez disso, em situações engraçadas e comédia pastelão para mostrar os absurdos do mundo moderno. Tati construiu um estúdio de fimagens enorme que incluía um aeroporto, escritórios, um centro de convenções, apartamentos, um jardim real e um “carrossel de carros” (todos imaculadamente modernistas, claro). O minimalismo clean da moderna cidade europeia desmente suas profundas irracionalidades, que Tati destaca para efeitos de comédia com muita esperteza.


O 860-880 Lake Shore Drive, de Mies Van der Rohe, construído em 1949, em Chicago, Illinois.

A ideia de arquitetura modernista se estende pelos últimos cem anos e agrega uma ampla gama de arquitetos e estilos arquitetônicos. Dito isso, “modernismo” geralmente se refere ao minimalismo e ao uso de materiais modernos como representado pelo arquiteto Mies Van der Rohe. Embora ele tenha muitos contemporâneos que podem ser chamados arquitetos modernos (Le Corbusier, Oscar Niemeyer, Louis Kahn e Buckminster Fuller, para citar alguns), foi o estilo racional e envidraçado de Mies que capturou o termo “modernismo” do vocabulário popular. Sua abordagem em relação ao design (“menos é mais”) tem raízes na arte da construção, focando nos detalhes da fachada e estrutura de um prédio.

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Este robô que recicla concreto devora edifícios inteiros

Demolir um edifício é uma grande dor de cabeça. Dinamitá-lo é barulhento e perigoso. Bolas de demolição são pesadas e perigosas. Por que não usar um robô para fazer o trabalho?

Isso é exatamente o que Omer Haciomeroglu pensou ao criar o robô ERO Reciclador de Concreto,um dos vencedores
 do prêmio International Design Excellence da IDSA.

Este dispositivo semelhante a um Transformer é capaz não só de quebrar concreto no local, mas também de bombeá-lo para fora e prepará-lo para reutilização. Os robôs ERO trabalham em grupo para derrubar edifícios, uma parede por vez. E é tudo extremamente limpo, especialmente em comparação com a maioria das técnicas de demolição cheias de poeira.

O processo é bastante simples. O ERO age em uma superfície de concreto com um jato d’água de alta pressão, que racha e quebra o concreto. O robô então engole os resíduos sólidos, uma mistura de agregado e cimento, e o envia em grandes sacos que podem ser armazenados e utilizados para novas construções. A própria água é reciclada, assim como as barras de aço dentro das paredes de concreto.

Isso tudo é muito mais eficiente que métodos tradicionais, dependentes de combustíveis fósseis para mover as máquinas, e que não reciclam praticamente nada. E só para constar, o ERO em si é bonito, especialmente quando está trabalhando.

Apesar de ser incrível e ambientalmente correto, o ERO ainda é apenas um conceito por enquanto. O trabalho de Haciomeroglu vem de seu trabalho no Umea Institute of Design (Suécia), e ao mesmo tempo é divertido para imaginar como poderíamos substituir certas práticas que dominam a indústria da construção. Mas ainda será preciso um trabalho pesado para este robô demolidor virar realidade.

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Companhia sul-coreana revelou hoje (10) imagens do projeto do local que vai abrigar cerca de 2 mil funcionários.


A Samsung é a empresa que mais vende smartphones no mundo hoje, e o poderio da companhia sul-coreana pode ser visto não somente em números, mas também em fatos concretos. A fabricante da linha Galaxy anunciou nesta quarta-feira (10) o projeto de sua nova sede no Vale do Silício, em San Jose, Califórnia (EUA).

O lugar vai ser uma torre de 10 andares, com pavilhão de convivência e estacionamento com oito andares, para abrigar as equipes de pesquisa e desenvolvimento e também a de vendas. Ao todo, cerca de 2 mil funcionários devem conviver no espaço — e o projeto arquitetônico foi desenvolvido justamente para favorecer a interação entre as equipes.

O projeto foi concebido pela empresa de arquitetura NBBJ e vai custar US$ 300 milhões para se tornar realidade, cerca de R$ 650 milhões. Entrando na onda de construções sustentáveis com foco em eficiência energética, o pavilhão das garagens terá painéis solares no teto para fornecer energia renovável.

Já as fachadas da torre principal serão desenvolvidas para reduzir o calor dos raios solares que incidem ali, o que reduz a necessidade de refrigeração artificial. Os vidros claros vão permitir maior incidência de luz natural, reduzindo também o consumo de energia na iluminação do ambiente.

A previsão é de que a nova sede norte-americana da Samsung comece a ser utilizada em 2015.



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