Olá, Eu sou Adão Alves acadêmico de Arquitetura e Urbanismo - UFT, uso o blog para ajudar de alguma forma os interessados em Arquitetura e outros assuntos relacionados, espero está conseguindo! Para que seja mais util conto com suas dicas, sugestões e críticas. Arq e Urb Palmas - Sempre buscando o melhor!. Obrigado aos visitantes e parceiros

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Sistema construtivo utiliza esferas plásticas confinadas entre armaduras para execução de lajes mais leves. Tecnologia está sendo adotada pelo consórcio Odebrecht Infraestrutura e Via Engenharia no Centro Administrativo do Distrito Federal, em Brasília.

Em construção em Brasília, o novo Centro Administrativo do Distrito Federal está apostando em uma tecnologia bastante utilizada na Europa. Para reduzir o peso próprio das lajes planas, o consórcio formado por Odebrecht e Via Engenharia adotou o sistema patenteado BubbleDeck. As pré-lajes são içadas em paineis de armaduras com esferas plásticas confinadas. Os vazios formados pelas esferas reduzem em até 35% o peso próprio em relação a uma laje comum.


O sistema utilizado em obras em mais de trinta países, entre eles Grã-Bretanha, Holanda e Dinamarca fez algumas incursões no Brasil em meados da década de 2000, mas só agora volta em uma grande obra.

As esferas plásticas são produzidas com polipropileno e são inseridas entre duas telas de aço. A execução de uma laje é feita basicamente em quatro etapas. Após a fabricação dos painéis na fábrica, se inicia a execução do escoramento e a colocação da malha inferior do módulo. Depois da colocação das esferas, a malha superior é soldada e o módulo é concretado in loco.

O uso das esferas dispensa a necessidade de vigas e reduz o número pilares, permitindo vãos maiores. O sistema também proporciona, de acordo com o fabricante, maior isolamento acústico e térmico e, em caso de incêndio, as esferas carbonizam sem emitir gases tóxicos.

A obra dos 16 prédios do Centro Administrativo do Distrito Federal (CADF) possuem o cronograma de produção de 1.000 m² de painéis BubbleDeck por dia, o que, segundo os engenheiros responsáveis, representará uma redução do consumo de concreto e do uso de escoramento em relação ao projeto original.





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Este robô que recicla concreto devora edifícios inteiros

Demolir um edifício é uma grande dor de cabeça. Dinamitá-lo é barulhento e perigoso. Bolas de demolição são pesadas e perigosas. Por que não usar um robô para fazer o trabalho?

Isso é exatamente o que Omer Haciomeroglu pensou ao criar o robô ERO Reciclador de Concreto,um dos vencedores
 do prêmio International Design Excellence da IDSA.

Este dispositivo semelhante a um Transformer é capaz não só de quebrar concreto no local, mas também de bombeá-lo para fora e prepará-lo para reutilização. Os robôs ERO trabalham em grupo para derrubar edifícios, uma parede por vez. E é tudo extremamente limpo, especialmente em comparação com a maioria das técnicas de demolição cheias de poeira.

O processo é bastante simples. O ERO age em uma superfície de concreto com um jato d’água de alta pressão, que racha e quebra o concreto. O robô então engole os resíduos sólidos, uma mistura de agregado e cimento, e o envia em grandes sacos que podem ser armazenados e utilizados para novas construções. A própria água é reciclada, assim como as barras de aço dentro das paredes de concreto.

Isso tudo é muito mais eficiente que métodos tradicionais, dependentes de combustíveis fósseis para mover as máquinas, e que não reciclam praticamente nada. E só para constar, o ERO em si é bonito, especialmente quando está trabalhando.

Apesar de ser incrível e ambientalmente correto, o ERO ainda é apenas um conceito por enquanto. O trabalho de Haciomeroglu vem de seu trabalho no Umea Institute of Design (Suécia), e ao mesmo tempo é divertido para imaginar como poderíamos substituir certas práticas que dominam a indústria da construção. Mas ainda será preciso um trabalho pesado para este robô demolidor virar realidade.

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Companhia sul-coreana revelou hoje (10) imagens do projeto do local que vai abrigar cerca de 2 mil funcionários.


A Samsung é a empresa que mais vende smartphones no mundo hoje, e o poderio da companhia sul-coreana pode ser visto não somente em números, mas também em fatos concretos. A fabricante da linha Galaxy anunciou nesta quarta-feira (10) o projeto de sua nova sede no Vale do Silício, em San Jose, Califórnia (EUA).

O lugar vai ser uma torre de 10 andares, com pavilhão de convivência e estacionamento com oito andares, para abrigar as equipes de pesquisa e desenvolvimento e também a de vendas. Ao todo, cerca de 2 mil funcionários devem conviver no espaço — e o projeto arquitetônico foi desenvolvido justamente para favorecer a interação entre as equipes.

O projeto foi concebido pela empresa de arquitetura NBBJ e vai custar US$ 300 milhões para se tornar realidade, cerca de R$ 650 milhões. Entrando na onda de construções sustentáveis com foco em eficiência energética, o pavilhão das garagens terá painéis solares no teto para fornecer energia renovável.

Já as fachadas da torre principal serão desenvolvidas para reduzir o calor dos raios solares que incidem ali, o que reduz a necessidade de refrigeração artificial. Os vidros claros vão permitir maior incidência de luz natural, reduzindo também o consumo de energia na iluminação do ambiente.

A previsão é de que a nova sede norte-americana da Samsung comece a ser utilizada em 2015.



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Mercado de construções ecológicas vive boom mundial

O mercado de construção verde parece ter passado ileso pela crise econômica mundial. A demanda por edifícios sustentáveis continua em alta e desperta o interesse por produtos que também contenham credenciais ecofriendly.

De acordo com um novo relatório feito pela consultoria Navigant Research, o mercado mundial de materiais de construção ecológicos deve crescer dos atuais 116 bilhões de dólares para mais de 254 bilhões de dólares em 2020, um aumento de quase 120%.

"Materiais de construção verdes contam com tecnologias avançadas que reduzem seu impacto ambiental em relação aos produtos tradicionais e possibilitam melhor desempenho do edifício", diz Eric Bloom, analista sênior de pesquisa da consultoria.

O crescimento do mercado futuro de edifícios verdes e o uso proporcional de materiais verdes serão impulsionados, segundo o estudo, por uma combinação de políticas e regulamentações que priorizam a eficiência energética e design ecológico, a expansão de programas de certificação voluntária para edifícios e pela redução de custos dos materiais.




Certas empresas internacionais e de mercado aberto, não podem ter seus nomes vinculados a edifícios que tenham uma grande 'pegada de carbono', isto impulsiona ainda mais o mercado, que exige incorporações ecofriendly em efetivo funcionamento para ocupação imediata.

Além disso, a demanda do consumidor por esse tipo de edifício e a crescente evidência de que eles conferem vantagens de mercado quantificáveis - que vão da economia de energia e corte de custos operacionais à valorização imobiliária – também deverão contribuir para a alta desse mercado, avalia a consultoria.

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Fonte: Revista Exame

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A Holanda sempre teve uma visão progressista em relação a casas baratas, mas um novo programa governamental está tornando possível que pessoas que ganham US$ 40 mil por ano construam suas próprias casas – tudo através da mágica das casas pré-fabricadas.
O programa é mais parecido com o ato de comprar um carro do que uma casa. A cidade oferece a potenciais proprietários um empréstimo do terreno e a casa, que os compradores escolhem de um total de 30 pacotes pré-fabricados que custam a partir de US$ 150.000. O custo e agenda de construção da casa – eis o que faz esse programa tão diferente – é fixado, eliminando a principal razão que faz pessoas desistirem de construir a própria casa.
E como estamos falando de Holanda, o design importa. A cidade de Nijmegen convidou 20 empresas holandesas para desenvolver os 30 pacotes, que vão de casas da cidade a cabanas de madeira. Cada uma das opções pode ser customizada, também – você pode trocar a fachada de telhas de madeira para painéis de metal, por exemplo, ou adicionar um quarto extra ou um pátio. E como a maioria dos componentes são montados fora do local, elas levam cerca de um mês e meio para ficarem prontas.
Em um artigo no Guardian sobre o projeto, um dos arquitetos envolvidos explica o encanto:
Com a crise econômica, tanto arquitetos quanto cidades estão procurando novos meios de construir casas. Poucas empresas querem construir, então a cidade vende lotes diretamente aos moradores e deixa-os fazerem por si próprios. As pessoas sempre pensam que trabalhar com um arquiteto é mais caro e demora mais, mas desta forma elas se sentem mais seguras. Nós sempre quisemos fazer casas baratas e sustentáveis, e isso nos dá um bom caminho no mercado.
Existem várias empresas de casas pré-fabricadas surgindo em outros lugares. Mas o que faz o projeto holandês tão inovador não é necessariamente a arquitetura – é saber que sua casa não vai ficar cara demais (nem atrasar). [Guardian]
Uma casa da 8A Architecten (que projetou o pacote na imagem de topo, também) custa US$ 150.000 no total.
Um conceito da Bendien/Wierenga Architects. Imagem da esquerda via Wired UK.
A EX.s Architecture projetou esta cabine pré-montada.
A contribuição de Lilith Ronner van Hooijdonk para o programa.

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Conheça e entenda como funcionam alguns dos recursos mais comuns da engenharia estrutural, como pórticos, balanços e marquises
Inicialmente concebido para ter estrutura metálica, o projeto estrutural do Hospital São Luiz foi modificado para ser construído em concreto armado, já que houve um repentino aumento no preço do aço. Essa situação, assim como a adoção de grandes balanços, com vigas de transição, pela arquitetura, é que constitui o partido estrutural do prédio.
Toda marquise é uma laje em balanço? Para que servem pórticos? Para entender os conceitos envolvidos nessas questões, é preciso considerar que todos dependem do partido estrutural. Ou seja, dos conceitos adotados pelo projetista na definição da solução. Isso inclui o próprio sistema: estrutura convencional, lajes planas, lajes nervuradas, estruturas metálicas ou em concreto, estruturas pré-moldadas, alvenaria estrutural, paredes de concreto, steel frame, dentre outros.
Assim, o partido estrutural considera a concepção arquitetônica, a velocidade executiva, as características do empreendimento, o uso de equipamentos, o espaço em canteiro etc. Por vezes, o projeto de arquitetura prevê que o espaço entre os pilares seja de, por exemplo, 12,5 m. Ou, então, a obra pertence a uma indústria siderúrgica, que, por motivos comerciais, exige o uso de aço. O partido estrutural concilia todos esses interesses e restrições.
Balanços
Também conhecidas como 'CANTILEVER' as estruturas em balanço são aquelas em que uma ou mais extremidades não contam com apoio e, portanto, parecem flutuar. São muito utilizadas na arquitetura para, por exemplo, criar áreas do piso superior que se sobrepõem ao piso inferior sem interferência de apoios (pilares). Quando recebem carga, tendem a ser mais flexíveis que lajes totalmente apoiadas. Para evitar deformações e fissuras nas vedações, seu dimensionamento por parte do projetista é diferenciado.
Todo o trecho da laje que não se apoia em nenhum ponto - ou seja, que vai desde o ponto de apoio, à direita, até sua extremidade, à esquerda da foto - está em balanço. Esse termo é aplicado tanto para grandes estruturas, como esta do Museu Iberê Camargo, como para sacadas de apartamentos, por exemplo.
Uma de suas características é concentrar a armadura principal em sua face superior. Logo, demanda mais cuidados para evitar eventual corrosão.
Marquise
Estas estruturas em balanço geralmente têm a função de cobrir a entrada de edificações. Muitas vezes, a região superior dessas marquises é de difícil acesso. Isso, aliado a problemas de impermeabilização e cargas adicionais de elementos de fachada, pode dificultar a vistoria e a manutenção, com risco de queda.
Sempre em balanço, marquises são comuns na entrada de edifícios, cobrindo parte das calçadas nas cidades, mas também podem ter formatos diferenciados, como a que fica acima da entrada do Estádio João Havelange, no Rio de Janeiro.
Pórticos
São estruturas formadas por elementos verticais, os pilares, e por elementos horizontais, as vigas, semelhantes às traves de futebol. Funcionam em conjunto devido à ligação rígida existente entre os mesmos, os chamados nós do pórtico - seguindo no exemplo, a junção entre a trave e o travessão. O conjunto de pilares e vigas de um edifício constitui, por exemplo, um pórtico espacial, estrutura responsável pela estabilidade da edificação. As cargas verticais são transmitidas aos pilares pelas vigas. Já esforços horizontais são compensados pelo outro apoio.
O conjunto pilar-viga-pilar forma um pórtico e é um recurso bastante utilizado nas mais diversas estruturas devido à estabilidade proporcionada pela união entre os elementos.
Treliças
Formadas por barras, que podem ser de diversos materiais, articuladas nas extremidades e que formam um conjunto resistente. Seu formato proporciona melhor distribuição das cargas e intertravamento dos elementos. Por serem estruturas esbeltas, com baixo consumo de materiais e capazes de vencer grandes vãos, o uso mais comum é em coberturas, para suporte do telhado. Podem ser planas ou espaciais. O formato também é bastante aplicado em armaduras de lajes, vide as lajes treliçadas.
O formato das treliças faz com que a carga depositada em um ponto seja dividida, otimizando a capacidade de resistência dos elementos. Como resultado, o consumo de materiais tende a ser menor, com obtenção de estruturas mais leves.
Apoio técnico: Marcos Monteiro e Januário Pellegrino Neto, professores da disciplina de estruturas de concreto, do curso de engenharia civil, do Instituto Mauá de Tecnologia.
________________________________________________________________ Fonte: OLapisVerde

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Designer alemão cria veículo que vira uma casa para viajantes solitários, que também serviria muito bem para alguns universitários, não é esteticamente bonito, mas parece bastante útil diário de quem praticamente mora na faculdade. O "Buffalino" é uma sccoter de três rodas inspirada nos Tuk-tuk's muito comuns em toda Ásia e África.
Depois de encontrar um lugar para estacionar, é se preparar para uma boa noite de sono.
Tuk-tuk indiano, inspiração para o "Buffelino".
Em questão de minutos a cama dobrável vira um acento para o motorista que já poderá seguir viagem.
Dá para ver estrelas ou pegar um bronze, no caso de Palmas-TO, tostar.
Por enquanto, ainda é um veículo conceito, mas tem grande chance de ser comercializado.
A cabine pode ser usada fazer trabalhos no notebook.
Tem o espaço para preparar um pouco de comida, para os momentos que a fome apertar e não estiver um restaurante por perto.
A comida terá de ser preparado sentado, para alguns isso pode ser uma mordomia.
Não tem onde lavar roupas, mas tem onde secá-las.
_______________________________________________________________ Fonte: dailymail.co.uk

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É com esse jargão que a superficie.org lança seu produto. Rodando dentro da plataforma do Sketchup os arquitetos Leandro Araujo e Roberto Andrés desenvolveram o plugin Bim.Bon para orçamento de projetos no modelo 3D.

O Bim.bon é fruto de uma ótima idéia que ganhou o apoio do Programa de Subvenção Econômica, uma entidade ligada ao ministério de ciência, tecnologia e inovação. Foi investido 1.5 milhão de reais na elaboração do Plugin que obteve, imediatamente, destaque em diversos meios de comunicação.
A elaboração do orçamento pelo Bim.Bon se dá de forma muito fácil, simples e interativa. A partir da conclusão da maquete eletrônica, você pode contar com milhares de materiais de construção, custos estruturais como laje, fundações, pilares e vigas; hidráulica e gás; acabamento de piso e parede; telhado; elétrica, TV e telefone; vidros e revestimentos internos e externos, além de contar com os custos de mão de obra.
O Bim.Bon é um dos milhares de plugins do Sketchup que agregam mais funcionalidades e possibilidades ao seu projeto 3D, destacando-se pela forma inteligente que insere automaticamente os produtos orçados diretamente no modelo 3D, contribuindo para o aumento da produtividade na apresentação e execução do projeto.
Bim.Bon é uma excelente oportunidade de incrementar sua maneira de pensar o gerenciamento dos projetos arquitetônicos. São mais de 500 empresas cadastradas como fornecedores de materiais e cerca de 500 novos usuários por mês.
Como utilizar?
Para começar:
Após baixar o arquivo de instalação, execute-o e siga os passos indicados.
​Ao clicar em concluir e finalizar o processo, o bim.bon estará instalado na sua versão mais recente.
Bem-vindo ao Bim.Bon
Na primeira janela, faça seu login ou cadastre-se no bim.bon para ter acesso à página inicial com a barra de ícones e os produtos em destaque:
Busca de produtos e materiais
Encontre itens desejados pela aba categorias ou procure utilizando a lupa.
Baixe produtos
- Aplique materiais
Crie itens personalizados

Você pode criar produtos e materiais personalizados.
Clique em favoritos, novo item.
Visualize o orçamento
O Bim.Bon possui dois tipos de visualização do orçamento:
1_ Lista de CPUs (Composição de Produto Unitário): Valores e quantitativos de itens iguais são agrupados e apresentados na lista.
2_ Lista de compras: Exibe o somatório de quantidades e valores de todos os itens necessários para a instalação ou aplicação de materiais e produtos especificados através do Bim.Bon.
Na barra superior você encontra o valor total do seu orçamento e os botões para exportar seu orçamento.
Dicas Bim.Bon
- Edite relatórios de orçamento
O relatório do Bim.Bon oferece algumas ferramentas de edição para ajustar seu modelo e orçamento:
Editar: permite a edição dos insumos contidos em uma CPU, associando ou desassociando itens;
Selecionar item no modelo: identifica o item facilitando sua localização em modelos complexos;
Excluir: deleta o item do relatório e também do modelo.
- Associar outros itens à composição
Ao escolher um material do bim.bon, o plugin sugere outros itens que podem ser escolhidos para complementar a composição do custo unitário.
Caso seja necessário incluir outro item, clique em “Adicionar item”, faça a busca dos elementos necessários e clique em “Associar”.
- Filtros de busca
O Bim.Bon possui filtros para facilitar a sua busca por itens no catálogo.
​Após a busca através da lupa ou pelo meno categorias, clique em “Filtrar” e selecione o grupo desejado.
Baixe o Aplicativo Grátis clicando AQUI ______________________________________________________________ Fonte: AmbienteTechnico

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